DIA 650 – ANO III

Hoje tomamos a terceira dose da vacina contra a Covid-19 e a segunda dose de bike. O circuito foi o mesmo: da Tristeza até a Avenida Ipiranga, com paradinha no boteco que fica ao lado das quadras esportivas. Descanso e suco de abacaxi, outro de limão. O gengibre deu o toque refrescante ao entardecer, logo à frente, o Rio Guaíba. Ficamos observando o jogo de fute sete da gurizada. Algazarra. Juventude. Descontração. E assim ficamos: relaxados. Daí tinha a volta. “A rapadura é doce, mas não é mole não”, canta Max de Castro, agora, aqui sentado, depois de aportarmos em casa. Disposição para lavar duas bicicletas, depois água para as plantas e por fim quedei-me aqui ao lado de Elisa Olívia escutando a batida rap-swing-eletrônico, o samba-lounge de Max: “A vida eu reconheço a sua força; a vida eu estremeço no seu movimento”. Ela, a vida. Ela, Elisa.

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